:: 26/out/2026 . 22:39
Chegou a hora da decisão: Justiça italiana julga nesta terça-feira extradição de Carla Zambelli para o Brasil

A Justiça italiana deve decidir nesta terça-feira (27) se a ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) será extraditada ao Brasil para cumprir pena de 5 anos e 3 meses de prisão. A condenação foi imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal, após o episódio em que Zambelli perseguiu um homem pelas ruas de São Paulo, durante as eleições de 2022. A audiência está marcada para as 11h30, no horário italiano, e será conduzida pela Corte de Apelação de Roma. 
Zambelli deixou o Brasil em maio de 2025, após ser condenada em outro processo, relacionado à invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), pelo qual recebeu uma pena de 10 anos e 8 meses de prisão. A ex-parlamentar, que possui cidadania italiana, está em liberdade no país europeu desde maio deste ano. Em julho, a Justiça italiana anulou uma decisão favorável à extradição, alegando a necessidade de garantias sobre o atendimento médico que ela receberia no sistema prisional brasileiro. 
Agora, os magistrados italianos deverão analisar se o pedido apresentado pelo governo brasileiro atende às exigências legais e aos tratados internacionais. A defesa de Zambelli, representada no Brasil pelo advogado Eduardo Maurício, sustenta que existem irregularidades processuais e espera que a extradição seja novamente rejeitada. Caso a Justiça italiana autorize sua entrega ao Brasil, a decisão representará um importante avanço para o cumprimento da condenação imposta pelo STF, embora ainda possam existir etapas jurídicas antes de seu retorno efetivo ao país.
Após derrota para Lula, Flávio Bolsonaro tem passaportes cancelados pelo STF e é proibido de deixar o Brasil em meio a investigação por lavagem de dinheiro

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições presidenciais de domingo (25), sofreu um novo revés nesta segunda-feira (26). O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o cancelamento de seus passaportes, incluindo o diplomático, e proibiu sua saída do território nacional. A decisão também impede o parlamentar de manter contato com o advogado e empresário Willer Tomaz, seu amigo próximo e investigado em um inquérito que apura suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. 
A determinação judicial ocorre em um momento delicado para o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo informações divulgadas pela imprensa, a Polícia Federal identificou indícios de possíveis vínculos financeiros entre Flávio e empresas relacionadas a Willer Tomaz. Uma das descobertas envolve a Alcazar Holdings, empresa sediada na Ilha da Madeira, em Portugal. Documentos analisados pelos investigadores apontam que Flávio aparecia como usuário com perfil master em uma conta bancária vinculada à companhia, condição que levantou suspeitas sobre sua possível participação em operações financeiras investigadas. A defesa contesta que ele tivesse poderes para movimentar os recursos. 
O cerco judicial também atingiu diretamente Willer Tomaz. Na última sexta-feira (23), Alexandre de Moraes determinou o bloqueio de bens e valores de até R$ 6 bilhões relacionados ao advogado, além da quebra de seus sigilos bancário e fiscal. As investigações apuram possíveis operações de lavagem de dinheiro envolvendo empresas de apostas e movimentações financeiras consideradas suspeitas. Willer, que mantém relações pessoais e profissionais com Flávio Bolsonaro, também teve seus passaportes cancelados.
Sua defesa nega irregularidades e questiona a proporcionalidade das medidas. 
As conexões entre os dois vão além da amizade. Reportagens apontam que Flávio Bolsonaro e Willer Tomaz realizaram viagens internacionais com familiares, tiveram relações com estruturas empresariais e aparecem associados a negócios que passaram a ser examinados pela Polícia Federal.
Os investigadores procuram esclarecer se o senador teria atuado como sócio oculto de empreendimentos ligados ao advogado. A suspeita, entretanto, ainda depende de comprovação no decorrer das investigações. 
Outro episódio que chamou a atenção dos investigadores envolve a tentativa de retirada de conteúdos da internet. Segundo documentos obtidos pela Polícia Federal e divulgados pelo UOL, Willer Tomaz teria desembolsado aproximadamente R$ 9 mil para remover ou desindexar 12 links de reportagens que mencionavam suas ligações com Flávio Bolsonaro. Entre os conteúdos estavam notícias sobre negócios imobiliários e encontros com representantes de empresas de jogos. O advogado afirmou que buscava retirar informações antigas e desatualizadas, negando qualquer tentativa de esconder sua relação com o senador. 
A apreensão dos passaportes também ganhou força após declarações de Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, que defendeu publicamente sua saída do Brasil caso fosse derrotado na disputa presidencial. A manifestação alimentou preocupações sobre uma eventual viagem ao exterior. A decisão de Moraes estabelece ainda restrições de contato com Willer Tomaz e mecanismos de controle migratório para impedir que o senador deixe o país sem autorização judicial. 
Flávio Bolsonaro reagiu à decisão e afirmou que jamais planejou fugir do Brasil. O parlamentar classificou a medida como uma tentativa de intimidação e declarou que cumprirá a determinação judicial enquanto busca contestá-la. Apesar da gravidade das suspeitas e das restrições impostas pelo STF, o senador permanece na condição de investigado, sem que as medidas cautelares representem condenação criminal. O caso segue sob investigação e poderá ter novos desdobramentos conforme o avanço das apurações da Polícia Federal.
Pedido de impeachment de Bruno Reis ganha força e ultrapassa 250 mil assinaturas após polêmica com ônibus no dia da eleição

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), enfrenta uma crescente pressão política após os problemas registrados no transporte público da capital baiana durante o segundo turno das eleições presidenciais, realizado no domingo (25). Um abaixo-assinado virtual pedindo seu impeachment ultrapassou a marca de 250 mil assinaturas nesta segunda-feira (26), em aproximadamente 24 horas, segundo levantamento divulgado pelo Bahia Notícias.
A mobilização foi impulsionada por denúncias de que centenas de ônibus permaneceram nas garagens durante o período de votação, dificultando o deslocamento de eleitores até as urnas. Conforme informações divulgadas pelo Procon-BA, uma fiscalização identificou 544 veículos parados em cinco garagens da cidade. O episódio provocou forte repercussão e levou a Justiça Eleitoral a determinar medidas emergenciais para garantir a circulação da frota. 
O movimento pelo afastamento do prefeito ganhou apoio do deputado estadual Hilton Coelho (PSOL) e do vereador Hamilton Assis (PSOL). Nesta segunda-feira, Hamilton protocolou formalmente na Câmara Municipal de Salvador um pedido de impeachment contra Bruno Reis. A iniciativa solicita a investigação de possíveis infrações político-administrativas relacionadas à oferta de transporte público durante a eleição. 
A crise também atingiu o secretário municipal de Mobilidade, Pablo Souza. Durante a votação, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou sua prisão em flagrante e exigiu o restabelecimento da circulação dos ônibus, estabelecendo multa de R$ 1 milhão por hora de descumprimento. A ordem de prisão foi posteriormente revogada, mas o caso foi encaminhado para apuração de possíveis crimes eleitorais. 
Em sua defesa, Bruno Reis afirmou que os atrasos foram provocados pela necessidade de retirar adesivos de propaganda eleitoral colocados nos coletivos. Segundo o prefeito, a presença desse material impediu a saída imediata de parte dos veículos. A administração municipal sustenta que o serviço foi normalizado ainda durante a manhã de domingo. 
Apesar da expressiva adesão popular, o abaixo-assinado não representa automaticamente a abertura de um processo de impeachment. O pedido protocolado deverá passar pela análise das instâncias competentes da Câmara Municipal, respeitando os procedimentos legais e o direito de defesa. Enquanto isso, a controvérsia amplia a pressão sobre a administração de Bruno Reis e mantém o episódio do transporte público no centro do debate político baiano.
Rádio Bahiana de Ilhéus comprova mais uma vez sua liderança nas redes sociais e ultrapassa 54 mil visualizações em uma única edição do Expresso do Meio-Dia nesta segunda-feira

A Rádio Bahiana de Ilhéus segue demonstrando sua força na comunicação regional e conquistando números expressivos nas plataformas digitais. Nesta segunda-feira (26), o programa Expresso do Meio-Dia, apresentado por Adilson Neves e Rildo Mota, alcançou a impressionante marca de 54.343 visualizações somente no YouTube, reafirmando o grande alcance da emissora junto ao público.
Os números registrados na plataforma mostram a repercussão da atração. Além das mais de 54 mil visualizações, a transmissão contabilizou 459 mensagens no chat, 211 curtidas e 47 novos inscritos, evidenciando a participação dos internautas e o interesse pelo conteúdo apresentado durante o programa.
Vale destacar que esses resultados correspondem exclusivamente à audiência no YouTube, sem contabilizar os milhares de ouvintes que acompanham a programação pela frequência 1310 AM e por outros canais de comunicação da emissora. Isso demonstra a capacidade da Rádio Bahiana de alcançar diferentes públicos, unindo a tradição do rádio à força das novas tecnologias.
Com uma programação marcada pela informação, entrevistas, debates e assuntos de interesse da população, o Expresso do Meio-Dia vem ampliando sua presença digital e fortalecendo a relação com os ouvintes de Ilhéus e de toda a região.
Os números falam por si: a Rádio Bahiana continua consolidando sua presença entre os veículos de comunicação de grande alcance digital no sul da Bahia, mostrando que a credibilidade construída ao longo de sua trajetória também se reflete no ambiente virtual.
Flávio Bolsonaro teria pago R$ 600 mil a empresa ligada a sistema de inteligência artificial para influenciar eleições, revela investigação

Uma reportagem publicada pelo Intercept Brasil trouxe à tona informações sobre pagamentos realizados pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) à empresa de cibersegurança Elytron, apontada como fornecedora de uma tecnologia de inteligência artificial que poderia ser utilizada em operações de influência política. Segundo a investigação, o valor repassado à companhia teria chegado a R$ 600 mil.
De acordo com a publicação, documentos obtidos pelo veículo indicam que a empresa oferecia, nos Estados Unidos, uma ferramenta capaz de identificar perfis de eleitores, criar contas falsas nas redes sociais, espalhar informações enganosas e desenvolver estratégias digitais para prejudicar a imagem de adversários políticos.
A reportagem também destaca que o Partido Liberal declarou pagamentos de aproximadamente R$ 131,9 mil à mesma empresa. Os valores relacionados à campanha de Flávio Bolsonaro aparecem na prestação de contas eleitoral classificados como serviços de consultoria na área de tecnologia da informação.
As informações teriam sido fornecidas por Vincent Edward Reed, ex-consultor da Elytron, que afirmou ter deixado a companhia após desenvolver preocupações sobre os possíveis impactos éticos e legais da tecnologia. Segundo seu relato, ele chegou a procurar autoridades norte-americanas, mas as denúncias não resultaram em avanços nas investigações.
Procurada pela reportagem, a equipe de Flávio Bolsonaro negou qualquer contratação de serviços ilegais. A defesa apresentada pela campanha sustenta que os trabalhos realizados pela empresa tinham como finalidade reforçar a segurança dos sistemas de comunicação e prevenir ataques cibernéticos.
Apesar das revelações, a existência dos pagamentos não comprova, por si só, que a campanha tenha utilizado ferramentas para manipular eleitores ou interferir ilegalmente no processo eleitoral. As suspeitas apresentadas pela reportagem dependem de apuração para que eventuais irregularidades sejam confirmadas.
TSE desmente Flávio Bolsonaro e nega retirada de fiscais do PL da sala-cofre durante apuração

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desmentiu as declarações de Flávio Bolsonaro (PL) sobre uma suposta retirada de representantes do partido da sala-cofre da Justiça Eleitoral. Em comunicado divulgado neste domingo (25), a Corte contestou a versão apresentada pelo político, classificou a informação como falsa e esclareceu que o ambiente mencionado possui acesso restrito e não é destinado à visitação.
De acordo com o TSE, dois representantes do Partido Liberal acompanharam normalmente os procedimentos de fiscalização relacionados ao Teste de Integridade das Urnas Eletrônicas e à apuração dos votos, permanecendo nos espaços oficialmente disponibilizados para essas atividades.
O tribunal informou ainda que os fiscais do PL tiveram acesso à Sala dos Partidos Políticos, situada no quinto andar da sede da instituição, ambiente reservado ao acompanhamento dos trabalhos eleitorais pelas legendas.
A Justiça Eleitoral reforçou que a sala-cofre segue protocolos específicos de segurança e não pode ser confundida com os demais setores destinados à fiscalização. Diferentemente desses espaços, que recebem representantes partidários, observadores internacionais, advogados e integrantes do Ministério Público, a sala-cofre não é aberta à visitação.
Com o esclarecimento, o TSE rejeitou a acusação apresentada por Flávio Bolsonaro e reafirmou que os representantes do PL tiveram acesso aos ambientes previstos para acompanhar os procedimentos eleitorais.
Progressistas de Ilhéus informa que partido será afastado da administração municipal pelo prefeito Valderico Júnior, com a demissão dos ocupantes dos cargos. Leia a nota na íntegra.

NOTA PÚBLICA – PROGRESSISTAS DE ILHÉUS
“Após a nossa contribuição para a vitória do atual prefeito nas eleições de 2024, participamos da administração com indicações para os cargos que couberam ao Partido.
Fomos informados pelo nosso presidente, Cacá, de que, até o final deste mês, o Partido será afastado da administração, com a demissão dos ocupantes desses cargos.
Ao mesmo tempo, o prefeito tenta cooptar companheiros, condicionando a permanência no cargo à adesão política. Dignidade e lealdade, porém, não são moedas de troca. Cabe a cada um decidir o caminho que deseja seguir. Os cargos passam; a história de cada um é escrita pelas atitudes.
Seguimos firmes na boa política, no respeito à palavra dada. Nos próximos dias, vamos nos reunir para avaliar o cenário e definir, juntos, os próximos passos, com serenidade, firmeza e unidade”.
Saudações progressista!
Jabes Ribeiro
Secretário-geral do PP – BA
Lula dispara no segundo turno, ganha mais de 10 milhões de votos e supera crescimento de Flávio Bolsonaro; veja os números estado por estado

A comparação entre o primeiro e o segundo turno das eleições presidenciais de 2026 revela uma diferença expressiva no desempenho eleitoral de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro.
De acordo com os números apresentados, Lula ampliou sua votação nacional em 10.376.431 votos, enquanto Flávio Bolsonaro registrou um crescimento de 3.721.499 votos. Isso significa que o petista conquistou aproximadamente 6,65 milhões de votos adicionais a mais que seu adversário na passagem de um turno para o outro.
O levantamento mostra que Lula aumentou sua votação em todas as 27 unidades da Federação, incluindo o Distrito Federal. Já Flávio Bolsonaro apresentou crescimento em 21 unidades e perdeu votos em seis estados: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Roraima e Tocantins. O contraste evidencia que a expansão eleitoral de Lula foi geograficamente mais abrangente, enquanto o desempenho de Bolsonaro apresentou oscilações regionais.
São Paulo foi o estado que mais contribuiu para o crescimento absoluto de Lula. O petista passou de 9.505.413 votos no primeiro turno para 12.119.274 no segundo, conquistando mais 2.613.861 eleitores. Flávio Bolsonaro também avançou no maior colégio eleitoral do país, passando de 12.922.023 para 14.139.178 votos, um acréscimo de 1.217.155. Apesar de Bolsonaro manter a liderança no estado, Lula obteve um crescimento absoluto superior ao dobro do registrado pelo adversário.
Em Minas Gerais, outro estado estratégico, Lula saltou de 5.188.936 para 6.351.099 votos, conquistando mais 1.162.163 eleitores. Flávio Bolsonaro, por sua vez, cresceu 464.238 votos, passando de 5.777.548 para 6.241.786. Com esse desempenho, Lula, que estava atrás no primeiro turno, ultrapassou Bolsonaro na segunda votação, alcançando uma vantagem de 109.313 votos no estado.
No Rio de Janeiro, tradicional reduto eleitoral do bolsonarismo, Lula também registrou crescimento expressivo. Sua votação passou de 3.693.021 para 4.565.393 votos, um avanço de 872.372. Flávio Bolsonaro, embora tenha permanecido à frente, conquistou apenas 202.189 votos adicionais, chegando a 5.169.033. Assim, o crescimento absoluto de Lula no território fluminense foi mais de quatro vezes superior ao do adversário.
A Bahia também teve papel de destaque. Lula ampliou sua votação de 5.664.771 para 6.484.995 votos, um crescimento de 820.224. Flávio Bolsonaro passou de 2.442.585 para 2.608.722, somando mais 166.137 votos. Com isso, a vantagem do petista sobre Bolsonaro no estado aumentou de 3.222.186 para 3.876.273 votos, consolidando a Bahia como um dos principais pilares de sua votação.
O avanço de Lula não ficou restrito ao Nordeste. No Paraná, conquistou mais 511.907 votos; no Rio Grande do Sul, 529.793; em Goiás, 396.675; e em Santa Catarina, 291.146. Embora Flávio Bolsonaro tenha mantido a liderança nesses estados, o petista apresentou crescimento absoluto superior ao do adversário em todos eles.
Os números apresentados indicam, portanto, que Lula teve maior capacidade de ampliar sua votação entre os dois turnos, tanto em estados onde já liderava quanto em regiões de maior força eleitoral de Bolsonaro. A diferença de crescimento nacional entre os candidatos ultrapassou 6,6 milhões de votos, evidenciando a dimensão da mudança registrada na segunda votação.
O resultado final confirmou a reeleição de Lula para um quarto mandato presidencial. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, o petista terminou a disputa com 64.256.232 votos (51,79%), contra 59.826.041 votos (48,21%) de Flávio Bolsonaro. A diferença final foi de 4.430.191 votos. 
A análise também revela uma virada histórica: Flávio Bolsonaro havia terminado o primeiro turno na liderança nacional, com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. No segundo turno, porém, o presidente reverteu o resultado e garantiu a vitória nas urnas.


Racha político em Ilhéus: Valderico deve exonerar secretários indicados por Jabes Ribeiro e promover debandada do PP na prefeitura

O cenário político de Ilhéus pode passar por uma grande reviravolta nos próximos dias. Informações divulgadas pelo site Fábio Roberto Notícias apontam que três secretários municipais ligados ao Progressistas (PP), indicados pelo ex-prefeito Jabes Ribeiro, estão na iminência de deixar seus cargos na gestão do prefeito Valderico Júnior.
A possível mudança não deve ficar restrita ao primeiro escalão. Segundo a publicação, diversos servidores que ocupam funções na administração municipal por indicação do Progressistas também poderão ser exonerados, sinalizando um rompimento político entre o grupo de Jabes Ribeiro e o governo municipal.
Nos bastidores, o desgaste teria sido provocado por divergências relacionadas às eleições de 2026. O principal motivo seria o suposto descumprimento de um acordo político pelo União Brasil, que não teria garantido apoio aos candidatos a deputado estadual e federal apresentados pelo grupo de Jabes Ribeiro.
A crise pode ganhar proporções ainda maiores e provocar mudanças no tabuleiro partidário da cidade. Informações extraoficiais apontam que Jabes Ribeiro estaria avaliando sua saída do Progressistas, partido no qual exerce a função de secretário-geral na Bahia, com a possibilidade de ingressar no Partido Socialista Brasileiro (PSB).
Caso as exonerações sejam concretizadas, o episódio poderá representar uma das mais significativas mudanças na composição política da administração Valderico Júnior, abrindo espaço para uma nova configuração de forças no governo municipal.
Até o momento, as possíveis exonerações e a eventual mudança partidária de Jabes Ribeiro são tratadas como informações de bastidores, sem confirmação oficial.
- 1









