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Vereador César Porto rebate acusações de “farra da gasolina” e defende transparência na Câmara de Ilhéus

O presidente da Câmara Municipal de Ilhéus, César Porto, utilizou a sessão desta terça-feira (15) para rebater críticas que circularam nas redes sociais sobre uma suposta “farra da gasolina” envolvendo o uso de veículos oficiais do Legislativo.
Em sua fala, César Porto afirmou que a gestão tem como prioridade o cuidado com o dinheiro público e negou qualquer irregularidade. Segundo ele, todas as despesas seguem critérios administrativos e são acompanhadas com responsabilidade, tendo como base princípios como transparência, respeito e compromisso com a correta aplicação dos recursos.
O presidente destacou ainda que a administração da Câmara conta com o acompanhamento de órgãos de controle e que medidas internas vêm sendo adotadas para garantir ainda mais rigor na fiscalização. Ele citou reuniões recentes com setores como Controladoria, Procuradoria, Recursos Humanos, Tesouraria e responsáveis pela frota, com o objetivo de alinhar procedimentos e reforçar o controle dos gastos.
César Porto também considerou legítima a atuação de órgãos externos, como o Ministério Público e o Tribunal de Contas, reforçando que a fiscalização é essencial para assegurar a lisura dos trabalhos do Legislativo municipal.
Médico responsável por cirurgia que terminou na morte de empresária em Ilhéus é genro de ex-deputado Ronaldo Carletto

O cirurgião plástico Rossini Tebaldi Ruback, apontado como responsável pelos procedimentos estéticos realizados na empresária Adriele da Silva Pinto, de 31 anos, que morreu após uma cirurgia em Ilhéus, é genro do ex-deputado federal e presidente do Avante na Bahia, Ronaldo Carletto. As informações foram divulgadas pelo Bahia Notícias, com base em dados publicados pelo UOL.
Segundo a publicação, Rossini se casou, em 2019, com Ana Carolina Carletto, filha do político e empresário. Formado em Medicina pelo Centro Universitário Serra dos Órgãos, em Teresópolis (RJ), em 2010, o médico fundou, em 2015, a Clínica Visage, em Itabuna, município vizinho a Ilhéus. O empreendimento recebeu, na época, investimento de R$ 230 mil.
Denúncias desde 2023
Rossini foi o responsável pelos procedimentos realizados em Adriele, que morreu na madrugada desta quarta-feira (26), após ser submetida a uma cirurgia estética.
Ainda segundo as informações divulgadas, o médico já havia sido alvo de denúncias de pacientes desde 2023. Uma delas relatou ter desenvolvido uma infecção grave após realizar uma lipoaspiração e colocar próteses de silicone, sendo posteriormente submetida a uma cirurgia de reparação.
Naquele período, uma instrumentadora cirúrgica que trabalhou com Rossini também apresentou denúncias contra o profissional.
NOTA DE ESCLARECIMENTO: Rádio Bahiana de Ilhéus reafirma papel da imprensa na fiscalização de recursos públicos e defesa do interesse público

A Rádio Bahiana de Ilhéus, por meio de sua direção, vem a público esclarecer informações divulgadas recentemente sobre possíveis irregularidades nos contratos de prestação de serviços de saúde pela empresa ONCOVASC no Município de Ilhéus. As informações divulgadas pela emissora têm como base documentos públicos referentes aos contratos celebrados entre a Prefeitura de Ilhéus e a ONCOVASC, entre eles os Contratos nº 054/2025, nº 056/2025 e nº 003/2026, disponíveis no Portal da Transparência do Município.
É importante destacar que os fatos apurados pela reportagem já são objeto de procedimento instaurado pelo próprio Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), sob o IDEA nº 001.9.448710/2026. A existência de uma apuração pelo órgão ministerial reforça o caráter de interesse público da matéria e demonstra que os fatos também estão sendo analisados pelas instituições competentes.
A Rádio Bahiana ressalta que a divulgação de informações extraídas de documentos públicos e submetidas à apuração jornalística não representa imputação definitiva de responsabilidade ou juízo antecipado sobre profissionais ou empresas, mas o exercício do dever de informar sobre questões de interesse público – especialmente por envolver contratos e serviços de saúde pública custeados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) – sempre assegurando o direito de resposta e a divulgação dos esclarecimentos apresentados — o que, neste caso, também foi devidamente realizado pela emissora.
Nesse contexto, na semana passada, chegou ao conhecimento da emissora uma denúncia relacionada à execução dos serviços contratados pela empresa ONCOVASC. A partir de informações disponíveis no Portal da Transparência, a reportagem verificou que o contrato consultado indicava como endereço para a prestação dos serviços a Praça Ruy Barbosa, nº 211, em Ilhéus, local onde funciona a clínica oftalmológica Mais Visão.
Durante a apuração e a análise dos documentos da contratação, a reportagem identificou o nome do Dr. Rodrigo Fontes como responsável técnico vinculado à ONCOVASC. O médico informou, entretanto, que desconhecia essa condição e adotou as medidas que considerou cabíveis junto aos órgãos competentes.
Posteriormente, a Secretaria Municipal de Saúde de Ilhéus divulgou nota esclarecendo que a inclusão do nome do Dr. Rodrigo Fontes como responsável técnico no contrato da ONCOVASC teria ocorrido por erro de digitação, atribuído à elaboração de diversos contratos na mesma data. Todos esses fatos citados foram divulgados pela emissora.
Após esclarecimentos da Prefeitura, a nossa equipe identificou que na verdade o contrato referente à empresa RTF Serviços Médicos Ltda. (CNPJ 17.728.993/0001-15) – Clínica Mais Visão é o nº 045/2025s, no valor de R$3.517.055,40, assinado pelo médico Rodigo Dória, em 30 de Julho de 2025. Trata-se de um contrato semelhante ao firmado com a ONCOVASC, porém com valor superior, tendo como objeto a execução de ações e serviços de média complexidade ambulatorial e hospitalar aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), na Clínica Mais Visão.
A Rádio Bahiana de Ilhéus, por meio de seu diretor, Adilson Neves, esclarece que as informações divulgadas pela emissora em nenhum momento tiveram a intenção de prejudicar a imagem, a honra ou a reputação do Dr. Rodrigo Fontes ou de sua clínica, Mais Visão.
A emissora ressalta que, desde a divulgação das informações, manteve o espaço aberto para os esclarecimentos dos envolvidos. Assim que as manifestações foram apresentadas, elas também foram devidamente divulgadas pela Rádio Bahiana, em respeito ao direito de resposta e ao compromisso com a informação.
Nesse sentido, a emissora ressalta que a Lei Federal nº 12.527/2011 — Lei de Acesso à Informação estabelece, em seu art. 3º, que o acesso à informação pública deve observar, entre outras diretrizes, a publicidade como preceito geral e o sigilo como exceção, bem como a divulgação de informações de interesse público independentemente de solicitações.
A Constituição Federal, em seu art. 5º, inciso XXXIII, assegura a todos o direito de receber dos órgãos públicos informações de interesse particular, coletivo ou geral, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado. O art. 37, caput, por sua vez, estabelece a publicidade como princípio da Administração Pública.
A liberdade de imprensa constitui garantia fundamental do Estado Democrático de Direito, assegurada pela Constituição Federal, especialmente pelos arts. 5º, incisos IV, IX e XIV, e 220, que protegem a livre manifestação do pensamento, a liberdade de expressão, a atividade de comunicação e o acesso à informação, vedando restrições a esses direitos.
A atuação jornalística, quando pautada pela apuração responsável e pelo compromisso com a verdade, exerce papel essencial na transparência, fiscalização social e defesa do interesse público, sobretudo na aplicação de recursos públicos e na prestação de serviços essenciais à população.
A Rádio Bahiana de Ilhéus reafirma, portanto, seu compromisso com o jornalismo responsável, a liberdade de imprensa, o direito fundamental à informação, a transparência dos atos públicos, o interesse coletivo e o respeito à honra e à imagem das pessoas, princípios indispensáveis à construção e à preservação de uma sociedade democrática.
União Brasil em desunião: ausência de vereadores do partido expõe fragilidade de Valderico e ACM Neto em Ilhéus

A inauguração do Comitê Central do União Brasil, realizada na sexta-feira (21), em Ilhéus, deveria representar uma demonstração de força e unidade da legenda na cidade. Mas o que chamou atenção foi justamente o contrário: a ausência dos três vereadores do partido no ato que contou com a presença do candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto. Tandick Resende, Nal Araújo e Vinícius Alcântara não participaram do evento que aconteceu em uma rua apertada, na lateral de Avenida Soares Lopes.
Os três parlamentares já declararam publicamente que não possuem compromisso político com ACM Neto e a ausência simultânea dos três vereadores em um evento central da própria legenda escancara a dificuldade do União Brasil em construir uma atuação unificada no município.
O cenário também coloca em evidência o papel do prefeito Valderico Júnior, que pertence ao União Brasil e ocupa hoje a principal posição política da legenda em Ilhéus. Caberia ao chefe do Executivo municipal exercer uma articulação capaz de aproximar as diferentes forças do partido e transformar sua estrutura política em apoio efetivo ao projeto estadual da sigla.
O resultado, no entanto, foi uma fotografia incômoda para o partido: comitê inaugurado, candidato presente e os três vereadores da legenda ausentes. Mais do que uma simples falta, o episódio reforça a percepção de que o União Brasil chega ao período eleitoral dividido em Ilhéus, revelando dificuldades de articulação interna e colocando em xeque a capacidade do prefeito Valderico Júnior de liderar e unificar o grupo político do qual faz parte.
Após início da campanha eleitoral, Jerônimo Rodrigues lidera pesquisa da Opnus/BNews

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) aparece numericamente à frente do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) na disputa pelo Governo da Bahia, segundo pesquisa Opnus contratada pelo BNews e divulgada nesta segunda-feira (24).
Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados, Jerônimo registra 35% das intenções de voto, contra 30% de ACM Neto. Outros candidatos somam 2%, enquanto 5% dos entrevistados afirmaram votar branco ou nulo. Já 28% não souberam ou não responderam.
No cenário estimulado, com os nomes dos candidatos apresentados, o governador também aparece à frente. No primeiro cenário, Jerônimo tem 43%, contra 40% de ACM Neto. No segundo, o petista registra 42%, enquanto Neto aparece com 41%.
Apesar da vantagem numérica de Jerônimo nos dois cenários, os candidatos estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro, que é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
O levantamento ouviu presencialmente 1.200 eleitores em toda a Bahia, entre os dias 17 e 22 de agosto. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-04472/2026.
ONCOVASC: Responsável pela Mais Visão afirma que seus dados foram usados ilegalmente em contrato de R$ 1,4 milhão da Prefeitura de Ilhéus

Após a reportagem da Rádio Bahiana questionar o Contrato nº 054/2025S, firmado entre a Oncovasc Clínica Médica e Cirúrgica Ltda., que tem como sócia-administradora a médica Ana Paula Pessoa Simões de Oliveira, e o Fundo Municipal de Saúde de Ilhéus, o médico Rodrigo Fontes Doria, responsável pela Clínica Mais Visão, divulgou uma nota de esclarecimento sobre o caso. O contrato, no valor de R$ 1.434.175,68, teve como objeto a prestação de serviços de média e/ou alta complexidade ambulatorial e hospitalar para usuários do SUS, incluindo atendimento de urgência e emergência, internações, leitos hospitalares e serviços médicos.
Na manifestação, Rodrigo afirma que não participou da contratação, não autorizou a utilização de seus nomes e não disponibilizou a estrutura da Mais Visão para a execução dos serviços previstos no contrato. Segundo a nota, a indicação do nome de Rodrigo como diretor clínico/técnico da Oncovasc e do endereço da Mais Visão, na Praça Ruy Barbosa, nº 211, teria ocorrido sem autorização, anuência ou conhecimento prévio do médico e da clínica.
Rodrigo também afirma que nunca foi responsável técnico da Oncovasc e que não possuiu qualquer vínculo profissional, contratual, técnico, operacional, societário ou financeiro com a empresa. A nota destaca ainda que a Oncovasc “não funciona e nunca funcionou” no endereço indicado no contrato.
Sobre o imóvel, a Mais Visão informa que funciona no local desde junho de 2021, com atendimento exclusivamente oftalmológico. A clínica afirma que jamais autorizou a utilização de seu endereço, estrutura física, corpo clínico ou identificação institucional em documentos relacionados à Oncovasc e nega a existência de locação, sublocação, cessão de espaço, compartilhamento de estrutura, parceria ou convênio que permitisse à empresa utilizar o local para prestar os serviços previstos no contrato.
A manifestação também esclarece que, segundo Rodrigo e a Mais Visão, a médica mencionada no contrato, não possui qualquer vínculo com a clínica ou com o próprio Rodrigo e jamais teria integrado o corpo clínico ou realizado atendimentos, exames, procedimentos ou cirurgias nas dependências da Mais Visão.
Diante das informações constantes no contrato, a nota classifica como “ilegal” a utilização do nome do médico e do endereço da clínica e afirma que a referência não representa participação, ciência ou responsabilidade de Rodrigo ou da Mais Visão pela contratação, execução dos serviços ou eventuais valores relacionados ao contrato.
Por fim, Rodrigo e a Clínica Mais Visão informam que já formalizaram comunicações e requerimentos de apuração às autoridades responsáveis e que o caso está sendo acompanhado pela assessoria jurídica da clínica. Segundo a nota, o objetivo é esclarecer a origem das informações utilizadas no contrato e delimitar eventuais responsabilidades.
veja a nota na íntegra:
RELEMBRE O CASO: Oncovasc soma R$ 3,7 milhões em serviços para a Prefeitura de Ilhéus; contrato hospitalar aponta endereço de clínica oftalmológica
Campanha de Bebeto chega a quase 130 cidades e ganha força em diferentes regiões da Bahia

Com alianças consolidadas e presença em diferentes territórios, o candidato a deputado federal Bebeto — 5513 — amplia sua articulação eleitoral no estado. Ele já reúne apoios em aproximadamente 130 municípios, resultado de uma trajetória no movimento sindical e marcada pela forte atuação política.
A experiência acumulada em mandatos e o diálogo mantido com prefeitos, vereadores e lideranças ajudaram a recolocar seu nome no cenário eleitoral deste ano. A candidatura também surge da necessidade de fortalecer a presença política de territórios estratégicos na capital federal, especialmente o sul da Bahia.
Na avaliação de Bebeto, a região vive uma espécie de “orfandade política” desde 2019, quando seu mandato foi encerrado e a população deixou de contar com representação própria na Câmara dos Deputados. “Nossa meta é atingir entre 95 e 110 mil votos. Esse objetivo é sustentado por uma rede de relações construída com associações, movimentos sociais e comunidades”, assegurou.
Conforme Bebeto, a proposta não se limita a uma região ou a um grupo específico, mas parte da defesa de um projeto de desenvolvimento regional integrado. A estratégia é reunir diferentes forças políticas e sociais em torno de uma candidatura capaz de levar à Câmara dos Deputados as demandas identificadas ao longo das visitas aos municípios e ampliar a capacidade de articulação em Brasília.
Acesse: https://bebetogalvao.com.br
Contrato de R$ 1,92 milhão da Prefeitura de Ilhéus para atendimento de varizes é alvo de denúncia por possíveis irregularidades

A Rádio Bahiana de Ilhéus recebeu uma denúncia sobre possíveis irregularidades no contrato da Prefeitura de Ilhéus com a empresa Oncovasc Clínica Médica e Cirúrgica Ltda., no valor de R$ 1,92 milhão, para a prestação de serviços de angiologia e tratamento esclerosante de varizes. O contrato prevê o pagamento de R$ 160 mil mensais à empresa, mas segundo informações o atendimento de varizes estaria atualmente suspenso.
De acordo com os documentos encaminhados à reportagem, um dos principais questionamentos está no local de realização dos atendimentos. O edital que deu origem à contratação previa que os procedimentos fossem realizados em estrutura própria da empresa, com seus equipamentos. No entanto, o contrato passou a estabelecer a realização dos serviços dentro da Policlínica Municipal, utilizando uma estrutura pública, sem que o valor de contrato fosse reduzido.
Outro ponto levantado envolve o endereço apresentado pela empresa como sua estrutura própria em um contrato anterior com o município. O endereço informado, na Praça Ruy Barbosa, no Centro de Ilhéus, aparece em registros públicos vinculado a outra empresa. A situação levanta dúvidas sobre qual estrutura a Oncovasc efetivamente disponibilizava para a execução dos serviços.
A documentação também aponta que a empresa mantém contratos simultâneos para prestação de serviços médicos em Ilhéus e Itacaré. Em Ilhéus, os contratos preveem jornadas que podem chegar a 80 horas semanais, enquanto a empresa também mantém contratos em Itacaré, incluindo um para atendimento na área de angiologia. Os documentos levantam questionamentos sobre a compatibilidade dessas jornadas, especialmente porque a mesma médica, sócia da empresa e responsável pelos atendimentos de angiologia, aparece sendo a responsável pela execução dos serviços. A apuração das escalas e registros de atendimento é necessária para verificar se os horários previstos nos diferentes contratos poderiam ser cumpridos pela profissional.
Também há relatos de que pacientes teriam sido cobrados por atendimentos particulares dentro da Policlínica Municipal. Segundo os documentos, a situação foi levada ao conhecimento da Secretaria Municipal de Saúde, que informou que, diante de uma denúncia concreta e identificável, seria instaurado procedimento para apuração. Até o momento, porém, não foi apresentada documentação que indique a abertura ou conclusão de uma investigação sobre o caso.
“Falta de diálogo e desprestígio”: Tandick Resende anuncia saída da base de Valderico Júnior

Em entrevista ao programa Expresso do Meio-Dia, da Rádio Bahiana de Ilhéus, nesta sexta-feira (7), o vereador e defensor público Tandick Resende comentou sobre sua recente decisão de deixar a base de apoio ao governo do prefeito Valderico Júnior e passar a atuar como vereador independente.
Segundo Tandick, a decisão foi tomada após muita reflexão e diante do sentimento de que estaria sendo desprestigiado tanto dentro do governo quanto no próprio partido. O vereador destacou que participou ativamente do processo que levou Valderico Júnior à Prefeitura de Ilhéus e afirmou que esperava uma relação mais próxima após a eleição.
Durante a entrevista, Tandick relatou que, em sua avaliação, falta diálogo dentro do governo. Segundo ele, o prefeito não realiza reuniões com a base, não comunica previamente decisões relacionadas ao partido e há dificuldades de comunicação com integrantes do secretariado.
O vereador também afirmou que secretários municipais não o atendem e que não existe, atualmente, uma relação satisfatória entre ele e integrantes do governo.
Diante desse cenário, Tandick decidiu deixar oficialmente a base do governo Valderico Júnior e adotar uma postura independente na Câmara Municipal de Ilhéus.
A decisão marca um novo momento na atuação política do vereador, que passa a ter maior liberdade para avaliar e votar as matérias encaminhadas pelo Executivo, mantendo, segundo suas declarações, o compromisso de defender os interesses da população de Ilhéus.
TJ-BA mantém condenação de Tandick Resende por danos morais; vereador terá de pagar R$ 36 mil ao juiz Alex Venicius

Do Blog do Gusmão
Vereador também terá que pagar R$ 6 mil em honorários advocatícios. Valor total chega a R$ 36 mil.
A Quarta Turma Recursal do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) manteve, em unanimidade, integralmente a condenação do vereador de extrema-direita Tandick Resende (União Brasil) por danos morais. O parlamentar terá que pagar R$ 30 mil ao juiz Alex Venicius Miranda, titular da 1ª Vara da Fazenda Pública de Ilhéus. Veja a decisão.
Tandick também foi condenado ao pagamento de honorários sucumbenciais, fixados em 20% sobre o valor da condenação. A quantia corresponde a R$ 6 mil. Portanto, o total chega a R$ 36 mil, sem considerar juros e correção monetária.
No plenário da Câmara Municipal de Ilhéus, Tandick acusou o magistrado, sem apresentar provas, de praticar “gatunagem”. O vereador também fez acusações nas redes sociais.
Ao analisar o caso, a Justiça concluiu que o parlamentar ultrapassou os limites da liberdade de expressão e da imunidade parlamentar. Tandick recorreu, mas não conseguiu reverter a condenação na Quarta Turma Recursal.












