WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia





(73) 99969-0648
redacao@radiobahiana.com.br

agosto 2026
D S T Q Q S S
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031  


:: 13/ago/2026 . 22:18

Chapa de ACM Neto já recebeu mais de 20 milhões do Banco Master e preocupa aliados

Os escândalos envolvendo o Banco Master e a chapa do candidato ao Governo do Estado na Bahia, ACM Neto (UB), têm deixado aliados preocupados. Ao todo, integrantes da chapa já receberam R$ 23,3 milhões dos banqueiros Augusto Lima e Daniel Vocaro, figuras centrais em investigações da Polícia Federal (PF) sobre fraudes financeiras e suposto pagamento de propina a políticos. Diante dos escândalos, chama atenção a falta de entusiasmo de aliados para manifestações públicas de apoio e publicações em redes sociais.

Desde o início do ano, tem repercutido nas redes sociais a falta de empolgação de aliados com a candidatura do ex-prefeito de Salvador para o Governo do Estado. Além do público reduzido nas agendas, fontes ligadas ao ex-prefeito já sinalizaram que a falta de motivação dos aliados é um sinal vermelho para a campanha e os recentes escândalos financeiros envolvendo a chapa tem contribuído com o agravado do quadro.

Desta vez, a empresa de João Roma (PL), candidato ao Senado na chapa do ex-prefeito de Salvador, teria recebido ao menos R$ 19,7 milhões do banco controlado por Daniel Vocaro. Chama atenção também a relação pessoal de João Roma com o banqueiro Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro. Roma participou de uma festa de aniversário promovida por Lima em Salvador, que também contou com a presença de Davi Alcolumbre (União-AP), atual presidente do Senado.

Em março deste ano, ACM Neto confirmou ter recebido R$ 3,6 milhões do Master e da Reag, também envolvida no escândalo financeiro, segundo informações bancárias registradas no Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Mesmo período que a candidato registrou um recuo de 61% nas interações de redes sociais, conforme dados divulgados pela Meta. Na época, ACM Neto declarou ter recebido o dinheiro quando já não exercia funções públicas.

Deixou na mão! Evento do prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo, é cancelado após ACM Neto não comparecer

O ex-prefeito de Salvador ACM Neto não compareceu a um evento político em Feira de Santana na noite desta quarta-feira (12), frustrando centenas de lideranças políticas e apoiadores que aguardavam sua chegada ao lado do prefeito José Ronaldo.

A participação de Neto foi cancelada depois que o avião em que ele viajava não conseguiu pousar no Aeroporto João Durval Carneiro. Segundo José Ronaldo, as luzes do aeroporto teriam se apagado justamente no momento em que a aeronave se preparava para aterrissar.

Após retornar a Salvador, porém, ACM Neto não fez o deslocamento por estrada até Feira de Santana. A decisão acabou deixando José Ronaldo responsável por comunicar pessoalmente o cancelamento do encontro a uma plateia que já estava reunida.

O prefeito explicou que, naquele momento, a viagem de carro entre Salvador e Feira de Santana levaria cerca de duas horas e meia. Com o horário avançado, a chegada de Neto ocorreria apenas por volta das 21h30, o que levou à decisão de não realizar mais o evento.

A ausência de ACM Neto acabou frustrando aliados e apoiadores que haviam se deslocado para o encontro. O episódio também chamou atenção pelo fato de o ex-prefeito ter retornado a Salvador e não ter seguido de carro para Feira de Santana, deixando José Ronaldo com a missão de informar ao público que o evento não aconteceria.

Flávio Bolsonaro tem candidatura à Presidência travada após aparecer filiado ao Missão no TSE

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) teve o registro de sua candidatura à Presidência da República travado nesta quinta-feira (13) após aparecer no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como filiado ao partido Missão, e não ao PL.

Uma certidão emitida pela Justiça Eleitoral em 12 de agosto aponta a “filiação regular” de Flávio ao Missão, no município do Rio de Janeiro. O partido, porém, afirma que a filiação foi fraudulenta e que tentou cancelar o registro no mesmo dia, sem sucesso.

O TSE informou que o caso não ocorreu por meio de um ataque hacker, mas pelo uso indevido das credenciais de alguém autorizado a realizar filiações em nome da legenda. O presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, encaminhou o caso à Procuradoria-Geral Eleitoral e determinou a abertura de investigação pela Polícia Judiciária.

A defesa de Flávio também afirma que houve fraude. Segundo a advogada da campanha, Maria Claudia Bucchianeri, a alteração foi identificada quando a equipe iniciou os procedimentos para registrar a candidatura.

O PL oficializou Flávio como candidato à Presidência em convenção realizada em 25 de julho. O prazo para o registro das candidaturas termina às 19h deste sábado (15), o que aumenta a pressão para solucionar o impasse.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Flávio afirmou que adversários estariam tentando impedir sua candidatura e declarou que “Deus está no comando”.

Governo aprova R$ 6,59 bilhões e dá novo impulso ao Porto Sul, em Ilhéus

Porto de Ilhéus

O Ministério de Portos e Aeroportos aprovou a concessão de um financiamento de R$ 6,59 bilhões para a construção de um Terminal de Uso Privado (TUP) da Bahia Mineração (Bamin), em Ilhéus, no Litoral Sul da Bahia. O valor corresponde a US$ 1,2 bilhão.

A aprovação foi autorizada pelo Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (FMM), por meio do suplente de presidente do órgão, Otto Luiz Burlier da Silveira Filho.

O terminal integra o projeto do Porto Sul, em Ilhéus, empreendimento que também está conectado à Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol 1).

De acordo com informações da Agência Infra, a Bamin, controlada pelo grupo Eurasian Resources Group (ERG), com sede no Cazaquistão e em Luxemburgo, mantém tratativas para vender o complexo à empresa portuguesa Mota-Engil.

A possível negociação envolve todo o empreendimento, incluindo a mina de ferro da Bamin na Bahia, o terminal portuário e a ferrovia.

Ainda segundo a publicação, a Bamin possui obrigações relacionadas à implantação da ferrovia e do porto. Nesse cenário, a aprovação do financiamento pelo Fundo da Marinha Mercante, que oferece condições mais favoráveis, pode contribuir para viabilizar a transferência do complexo para a Mota-Engil.

Dois terminais previstos

O planejamento do Porto Sul prevê a implantação de dois Terminais de Uso Privado em Ilhéus. Um deles será ligado à Bamin, enquanto o segundo contará com participação do Governo da Bahia.

A proposta é que os dois terminais funcionem de forma complementar. A estrutura com participação pública foi planejada, entre outros objetivos, para evitar que a Fiol 1 ficasse vinculada exclusivamente a um único empreendimento privado.

Até o momento, apenas a Fiol 1 foi levada a leilão. A concessão ocorreu em 2021 e foi vencida pela própria Bamin.

Pelo contrato, a empresa deveria colocar a ferrovia em operação até 2026. No entanto, a concessionária executou apenas uma parcela do projeto antes da paralisação das obras, em 2025.

Desde então, o governo e a Bamin vêm buscando alternativas para recuperar a viabilidade da Fiol 1 e do Porto Sul. As negociações chegaram a envolver também a Vale.

Atualmente, a possibilidade em discussão é de que a Mota-Engil assuma o complexo. A eventual transferência da concessão ferroviária já estaria sob análise da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), responsável pela regulação do contrato da Fiol 1.

Medo e salários atrasados: funcionários denunciam caos trabalhista no Hospital São José

Enfermeiros, técnicos e demais trabalhadores dos mais variados setores do Hospital São José, após uma série de informações desencontradas por parte da gestão hospital, os trabalhadores decidiram recorrer mais uma vez, aos meios de comunicação, para relatar a falta de pagamento e outras obrigações trabalhistas.

Segundo os profissionais, o Hospital não paga salário há 04 meses, além da falta do pagamento do retroativo do piso da enfermagem, que se arrasta há 06 meses. Outro problema grave que pode ensejar em reclamações trabalhistas provocada pela atual direção é o não pagamento da rescisão, falta de depósito do FGTS, salários atrasados acima do 5º dia útil, deixar de fornecer passagem, além de burlar os órgãos do governo federal ao deixar de informar a demissão do empregador por meio do eSocial.

“Eles contratam novos funcionários passando uma imagem de que o salário e os benefícios serão pagos em dia, no entanto, o que acontece nos corredores do São José é totalmente o contrário. Os funcionários trabalham 30 dias para receber com quase 02 meses de atraso, sem qualquer explicação do setor responsável”, denunciou um funcionário.

O clima nas dependências do Hospital São José é de profundo medo, opressão e terror psicológico dos hierárquicos. Prova disso que os funcionários estão intimidados em cobrar os meses atrasados, sob pena de serem demitidos na base do assédio moral, sem direito até mesmo de receber as verbas indenizatórias previstas em lei.

Em relação aos enfermeiros e técnicos, o sindicato da categoria (SINTESI) está ciente das irregularidades trabalhistas, garantindo levar ao conhecimento do Ministério Público do Trabalho e da própria Justiça, a fim de que os direitos dos trabalhadores sejam regularmente assegurados.

Do Blog Fábio Roberto Notícias

Vice-prefeito de Gongogi e empreesários são alvos de operação da PF que investiga desvio de recursos públicos

A Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram, nesta quinta-feira (13), a Operação Severus, segunda fase da Operação Pacto Infame, que investiga um suposto esquema de fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro no município de Gongogi, no sul da Bahia.

Ao todo, são cumpridos 33 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em oito municípios baianos: Gongogi, Itabuna, Ilhéus, Dário Meira, Ipiaú, Ibicaraí, Valença e Eunápolis.

Em Itabuna, equipes da Polícia Federal realizaram buscas em um imóvel localizado no Condomínio Real Ville, no bairro São Judas Tadeu. Segundo informações iniciais, o endereço estaria ligado ao vice-prefeito de Gongogi, Fernando Barros Matos, conhecido como Fernando Matos ou Nando. Uma segunda pessoa também seria alvo das ordens judiciais cumpridas no local.

Fernando Matos é atualmente vice-prefeito de Gongogi, na gestão do prefeito Adriano Mendonça. Além de agentes públicos, a investigação também mira empresários que teriam participação no suposto esquema.

Segundo a PF e a CGU, as investigações apontam para a existência de uma organização criminosa estruturada dentro da Administração Municipal, com participação de agentes públicos e particulares. O grupo teria atuado no direcionamento de licitações, uso de documentos falsos e simulação de procedimentos administrativos.

Os investigadores também apuram o pagamento por serviços que não teriam sido realizados ou que teriam sido executados apenas parcialmente. A suspeita é de que recursos públicos, inclusive verbas federais destinadas ao Fundeb e ao Sistema Único de Saúde (SUS), tenham sido desviados.

De acordo com as investigações, após o suposto desvio, os valores teriam sido movimentados por meio de pessoas e empresas interpostas, levantando suspeitas de lavagem de dinheiro.

Justiça também autorizou a apreensão de dinheiro em espécie, joias e veículos relacionados aos investigados. Além disso, foram determinadas medidas cautelares patrimoniais para bloquear e tornar indisponíveis valores, imóveis, veículos e outros bens dos investigados, até o limite de R$ 2 milhões.

O material apreendido será analisado pela Polícia Federal e pela CGU para aprofundar as investigações e identificar a eventual participação de outros envolvidos.



WebtivaHOSTING // webtiva.com.br . Webdesign da Bahia