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:: ‘Brasil’

ANVISA APROVA USO DE VACINA CONTRA COVID-19 DA PFIZER EM CRIANÇAS MAIORES DE 12 ANOS

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a indicação da vacina Comirnaty, da Pfizer, para crianças com 12 anos de idade ou mais. Com isso, a bula da vacina passará a indicar essa nova faixa etária para o Brasil.

De acordo com a agência, a ampliação foi aprovada após a apresentação de estudos desenvolvidos pelo laboratório que indicaram a segurança e eficácia da vacina para esse grupo. Os estudos foram desenvolvidos fora do Brasil e avaliados pela Anvisa.

Antes, a vacina Comirnaty estava autorizada para pessoas com 16 anos de idade ou mais. Até o momento, esta é a única entre as vacinas autorizadas no Brasil com indicação para menores de 18 anos.

A vacina da Pfizer foi a primeira a receber o registro definitivo para vacinas contra covid-19 no Brasil.

ANVISA AUTORIZA TESTES DA BUTANVAC, VACINA DO BUTANTAN CONTRA COVID-19

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu nesta quarta-feira (9) a autorização para a pesquisa da Butanvac, vacina contra a Covid-19 que está sendo desenvolvida pelo Instituto Butantan.

“Esta será a primeira vez que a Butanvac será aplicada em humanos e por isso serão conduzidas as fases clínicas 1 e 2. Para a autorização do estudo clínico a Anvisa e Butantan realizaram ao longo dos últimos dois meses uma intensa troca de informações e de reuniões com objetivo de que todos aspectos do estudo estivessem claros e com garantias de segurança aos voluntários”, informou a Anvisa, em nota.

De acordo com a agência, o estudo das fases 1 e 2 serão divididos em três partes. “Neste momento, está autorizada a etapa A do estudo que vai envolver 400 voluntários. Ao todo, a fase clínica 1 e 2 tem previsão de 6 mil voluntários com 18 anos ou mais”, explicou o órgão.

O estudo deve ser realizado no Hospital das Clínicas da USP (FMUSP) e no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto.

Segundo a Anvisa, o imunizante será aplicado com duas doses num intervalo de 28 dias.

GOVERNO PREVÊ PRORROGAR AUXILIO EMERGENCIAL POR DOIS MESES ANTES DE NOVO BOLSA FAMILIA

A ajuda voltada aos mais vulneráveis durante a pandemia continua com o mesmo valore de R$ 150 a R$ 375.

O governo deve prorrogar o auxílio emergencial por mais dois meses. Assim, a ajuda voltada aos mais vulneráveis durante a pandemia de covid-19 será estendida até setembro, nos mesmos valores de R$ 150 a R$ 375 e com igual alcance em termos de público. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo e Folha de S.Paulo. A prorrogação deve ocorrer por medida provisória.

Para financiar a prorrogação, a equipe econômica deve abrir um crédito extraordinário de aproximadamente R$ 12 bilhões.

O valor vai reforçar os cerca de R$ 7 bilhões que ainda estão disponíveis dentro dos R$ 44 bilhões do teto de gastos já destinados ao programa e que não foram usados porque o número de famílias na nova rodada ficou abaixo do inicialmente projetado.

O substituto do Bolsa Família deve ser implementado até dezembro de 2021, ou acabará engavetado, pois a lei veda a adoção desse tipo de medida em ano de eleições.

BRASIL É 2.º PAÍS COM MAIS MORTES DE CRIANÇAS POR COVID-19, MOSTRA LEVANTAMENTO

O Brasil é o segundo país em número de mortes de crianças zero a nove anos em decorrência da Covid-19. Levantamento do Estadão junto ao Sistema de Informação de Vigilância da Gripe (Sivep-Gripe) mostra que o país registrou, até meados de maio, 948 crianças dessa faixa etária mortas pela infecção.  O Brasil fica atrás apenas do Peru, ao comparar 11 países.

O levantamento considerou países que registraram pelo menos mil mortes por milhão de habitantes e que possuem mais de 20 milhões de habitantes.

A reportagem identificou que a incidência no Brasil é de 32 mortes por Covid-19 a cada um milhão de crianças de zero a nove anos existentes no país. No Peru, país que lidera o ranking, a incidência foi de 41 por milhão. As vizinhas Argentina e Colômbia tiveram 12 e 13 mortes por milhão, respectivamente.

Polônia e Ucrânia, que entrariam na lista, foram excluídas pela ausência de dados.

A matéria destaca que nos países europeus, o cenário foi diferente. O Reino Unido e a França registraram apenas quatro mortes de crianças de zero a nove anos, o que dá uma taxa de 0,5 morte por milhão em cada um dos países. No continente, o maior número foi registrado na Espanha. Lá, a cada um milhão de crianças, três morreram por covid — um décimo do índice brasileiro.

1 EM CADA 4 MULHERES FOI VÍTIMA DE ALGUM TIPO DE VIOLÊNCIA NA PANDEMIA NO BRASIL, APONTA PESQUISA DO FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA

Campanha ‘Sinal Vermelho’ ajuda mulheres a pedir socorro de maneira discreta: desenhando um X vermelho na mão.

Uma em cada quatro mulheres acima de 16 anos afirma ter sofrido algum tipo de violência no último ano no Brasil, durante a pandemia de Covid, segundo pesquisa do Instituto Datafolha encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e divulgada nesta segunda-feira (7).

Isso significa que cerca de 17 milhões de mulheres (24,4%) sofreram violência física, psicológica ou sexual no último ano. A porcentagem representa estabilidade em relação à última pesquisa, de 2019, quando 27,4% afirmaram ter sofrido alguma agressão.

No entanto, para Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, esse pequeno recuo deve ser analisado à luz de outros indicadores da pesquisa, como o lugar onde a violência ocorreu e quem foi o autor.

Na comparação com os dados da última pesquisa, se percebe que aumentaram o número de agressões dentro de casa – passando de 42% para 48,8% – e diminuíram as na rua – caindo de 29% para 19%.

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STF MANTÉM PROIBIÇÃO A CORTE DE ENERGIA DURANTE PANDEMIA

Para ministros, ausente interferência na atividade-fim das pessoas jurídicas abrangidas pela eficácia da lei, inexiste usurpação de competência da União.

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que leis estaduais podem proibir cortes de energia durante a pandemia de coronavírus.

Os ministros julgaram como constitucional a lei do Amazonas que proíbe que as concessionárias de serviços públicos de água e energia elétrica cortem os serviços por falta de pagamento.

A decisão veio após a Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica) ter questionado o artigo 1º da lei 5.143/20 do Estado do Amazonas, que justamente proíbe o corte dos serviços por falta de pagamento no período da pandemia.

A associação afirmou que proibir o corte é violar a competência privativa da União para legislar sobre o tema.

Segundo o portal de notícias Migalhas, o relator do caso, o ministro Marco Aurélio, afirmou em que cabe à Advocacia-Geral da União (AGU) ser curadora do ato normativo que se tem como conflitante com a Carta da República.

O ministro ressaltou que o texto constitucional não impede a elaboração de legislação estadual ou distrital que, preservando o núcleo relativo às normas gerais editadas pelo Congresso, venha a complementá-las, e não as substituir.

PROVA DE VIDA DO INSS VOLTA A SER OBRIGATÓRIA; VEJA CALENDÁRIO

Segundo o presidente do INSS, ‘a grande maioria’ dos segurados conseguirá fazer o procedimento via aplicativo. Calendário para regularizar situação vai até dezembro.

A prova de vida volta a ser obrigatória a partir desta terça-feira (1) para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O procedimento tem o objetivo de evitar fraudes e pagamentos indevidos, garantindo a manutenção do benefício.

A prova de vida pode ser feita na agência bancária onde o segurado recebe o pagamento, mas também pode ser feita sem sair de casa, via aplicativo.

Segundo o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Leonardo Rolim, “a grande maioria” conseguirá fazer o procedimento sem sair de casa.

Em entrevista à rádio CBN, ele informou que cerca de 24 milhões de pessoas do universo de 35 milhões de segurados do INSS já fizeram a prova de vida. Faltam, portanto, um número em torno de 11 milhões.

Veja abaixo o calendário e as situações em que o segurado pode fazer a prova de vida sem precisar se descolar aos bancos onde recebem a aposentadoria e pensão.

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PANDEMIA DA COVID-19 PODE SER CONTROLADA COM 75% DA POPULAÇÃO VACINADA, INDICA BUTANTAN

De acordo com estudo realizado durante quatro meses, enquanto os municípios vizinhos enfrentavam um aumento no ritmo da pandemia, Serrana viu o número de mortes cair em 95%.

Instituto Butantan vai divulgar nesta segunda-feira, 31, o resultado dos estudos no município de Serrana sobre o controle da pandemia da Covid-19 com a vacina CoronaVac. A cidade do interior de São Paulo foi usada para avaliar os reflexos da imunização em massa. O Plano S, idealizado pelo próprio Instituto, avaliou que a pandemia pode ser controlada com 75% da população vacinada. A conclusão do estudo foi divulgada pelo Fantástico, da TV Globo. De acordo com a reportagem, o município de 45 mil habitantes dividiu a população em quatro grupos. Cada um foi vacinado com uma semana de diferença e de forma isolada.

Segundo a matéria, a pandemia foi controlada quando três dos quatro grupos foram imunizados. O estudo foi realizado durante 4 meses e 95,7% da população recebeu a segunda dose da vacina CoronaVac. Enquanto os municípios vizinhos enfrentavam um aumento no ritmo da pandemia, Serrana viu o número de mortes cair em 95%, os casos sintomáticos reduzirem em 80% e as hospitalizações diminuírem 86%. Em março, a cidade tinha 699 pessoas infectadas. No mês seguinte esse número foi para 251. O número de óbitos, que chegou a 20, em abril caiu para seis. A vacina que foi usada para o estudo deve ter o uso emergencial aprovado pela Organização Mundial da Saúde ainda esta semana. Especialistas da OMS vão examinar novos dados enviados pela farmacêutica Sinovac ainda nesta terça-feira.

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SAÚDE ADMITE RISCO DE COLAPSO NO NORDESTE E ANUNCIA ENVIO DE 5,1 MIL APARELHOS E OXIGÊNIO

ministro da Saúde, Marcelo Queiroga

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou que a pasta vai enviar 5,1 mil concentradores de oxigênio para unidades de saúde que atendem pacientes com Covid-19 no Norte e no Nordeste do país. O anúncio foi feito em visita a Pernambuco, que receberá 148 aparelhos até o dia 10 de junho.

“Estamos visitando a região, pois sabemos que há ameaça de colapso no sistema de saúde, sobretudo em função do insumo oxigênio”, admitiu o ministro. Ele não mencionou a quantidade que será enviada à Bahia.

De acordo com a Agência Brasil, ao ser questionado se havia risco de colapso por falta de oxigênio mesmo após o envio desses concentradores, ele disse que o governo trabalha para que isso não aconteça. “Só que lidamos com a imprevisibilidade biológica porque esse vírus sofre mutação e pode ter variantes que podem ter comportamento biológico diferente, o que leva pressão maior para o sistema de saúde. Mas as autoridades sanitárias estão empenhadas para que não haja falta de oxigênio”, acrescentou.

Ele ponderou, no entanto, que a distribuição e logística de oxigênio “é questão complexa”, já que ele também é distribuído em cilindros, especialmente nos municípios de menor porte. Segundo o ministro, “há carência de cilindros”, mas o ministério tem apoiado as secretarias municipais para que não falte o aparelho.

BRASIL REGISTRA QUEDA DE 11% NOS ASSASSINATOS NO 1º TRIMESTRE DO ANO

Após aumento nos crimes violentos em 2020, país volta a ter uma diminuição dos homicídios, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte nos três primeiros meses de 2021.

O Brasil teve uma queda de 11% nos assassinatos nos três primeiros meses deste ano na comparação com o mesmo período de 2020. É o que mostra o índice nacional de homicídios criado pelo G1, com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal.

Em janeiro, fevereiro e março, foram registradas 10.663 mortes violentas, contra 12.007 no primeiro trimestre de 2020. Ou seja, 1.344 a menos. Estão contabilizadas no número as vítimas de homicídios dolosos (incluindo os feminicídios), latrocínios e lesões corporais seguidas de morte.

A queda acontece após um 2020 violento, mesmo com a pandemia do novo coronavírus. No ano passado, o país teve uma alta nos assassinatos após dois anos consecutivos de queda.

Agora, apenas cinco estados contabilizam uma alta: três no Nordeste (Maranhão, Paraíba e Piauí) e dois no Norte (Pará e Roraima).

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