Na madrugada deste sábado, uma escalada histórica nas tensões entre os Estados Unidos e a Venezuela chegou a um ponto crítico quando explosões foram ouvidas em várias regiões do país, incluindo a capital venezuelana, Caracas. O governo venezuelano denunciou o que qualificou como uma agressão militar dos Estados Unidos, afirmando que alvos civis e militares foram atingidos, e declarou estado de emergência nacional em resposta ao que classificou de ataque direto à soberania nacional. Autoridades locais relataram que as forças venezuelanas estão mobilizando recursos para defender o território em meio ao que descreveram como um ato que ameaça a paz na América Latina. 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou nas redes sociais que as forças americanas haviam realizado um grande ataque militar dentro da Venezuela, resultando na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Trump afirmou que ambos foram transportados para fora do país e enfrentarão processos legais nos Estados Unidos com base em acusações anteriores, incluindo narcoterrorismo. Até o momento, detalhes operacionais e legais da ação não foram plenamente divulgados pelas autoridades americanas. 

Fontes internacionais relatam que os ataques incluíram bombardeios e operações especiais em vários pontos do território venezuelano, inclusive próximos a instalações militares importantes e centros urbanos, provocando pânico entre a população e consequências imediatas como interrupções de energia e relatos de feridos. A natureza unilateral da intervenção, sem uma clara autorização do Congresso dos EUA ou respaldo de organismos multilaterais, levantou fortes questionamentos sobre a legalidade internacional da ofensiva e a possibilidade de violação da Carta das Nações Unidas. 

A reação global foi mista: enquanto alguns aliados dos Estados Unidos expressaram compreensão diante da narrativa de combate ao narcotráfico e ao suposto regime corrupto, outros países, como Cuba, Irã e Rússia, condenaram veementemente a ação, classificando-a como violação da soberania venezuelana e uma agressão militar injustificada. Organismos internacionais estão pedindo calma e diálogo, enquanto líderes regionais alertam para o risco de uma crise humanitária e deslocamentos em massa caso os confrontos se intensifiquem.