Animais nasceram na cidade de Curaçá, onde funciona uma unidade de proteção das aves da caatinga baiana. Com os dois novos moradores, região conta com 55 exemplares da ave.

Dois filhotes de ararinhas-azuis nasceram em um cativeiro na cidade de Curaçá, no norte de Bahia, 21 anos depois de a espécie ser considerada extinta em território nacional. As aves foram reproduzidas em trabalho feito pelos técnicos do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e uma ONG alemã que atua em prol da causa animal.

As ararinhas nasceram nos dias 6 e 9 de junho, contudo, por ser uma espécie frágil, os técnicos optaram em divulgar somente agora a notícia.

Com estes dois casos, esta é a terceira ave reproduzida em cativeiro na região. Em abril deste ano, outro filhote tinha nascido na caatinga baiana, mas acabou morrendo. Dois dias depois, mais uma ararinha-azul nasceu. Desta vez, os técnicos retiraram o filhote do ninho e seguem cuidando do animal.

O ICMBio e a ONG alemã trouxeram para o Brasil 52 ararinhas-azuis para o norte da Bahia e trabalham para facilitar a reprodução e desenvolvimento da população dos animais.