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:: 2/dez/2020 . 9:58

ILHÉUS: 3º FEIRA LITERÁRIA ACONTECE DE 07 A 12 DE DEZEMBRO

A realização é uma parceria entre a UESC (Editus e Proex), Academia de Letras de Ilhéus (ALI) e Fundação Pedro Calmon.

Dezembro está chegando e trazendo junto mais uma edição da Festa Literária de Ilhéus!!! A 3ª edição vai ser virtual, de 7 a 12/12 e visa consolidar dois projetos já tradicionais, o Festival Literário de Ilhéus e a Feira do livro da UESC. A realização é uma parceria entre a UESC (Editus e Proex), Academia de Letras de Ilhéus (ALI) e Fundação Pedro Calmon.

A Festa Literária é uma ação que integra dois grandes eventos literários já consagrados na região: a 8ª Feira do Livro da UESC e o V FLIOS – Festival Literário de Ilhéus, e tem como objetivo da parceria somar esforços para oferecer uma programação diversificada e promover uma maior participação e envolvimento da comunidade regional.

Devido ao delicado momento em que estamos vivendo, a edição da Festa esse ano será virtual através do Instagram da Academia de Letras de Ilhéus (@academiadeletrasdeilheus) e do Facebook da Editus (/editoradauesc). A feira de livros será na nossa Livraria on-line (http://livrariaeditus.uesc.br/). A programação completa e outras informações sobre o evento podem ser conferidas no link https://bityli.com/KL5cr.

MEC DETERMINA VOLTA ÀS AULAS PRESENCIAS NAS UNIVERSIDADES E INSTITUTOS FEDERAIS A PARTIR DE JANEIRO 2021

O documento determina ainda que recursos educacionais digitais, tecnologias de informação e comunicação ou outros meios convencionais devem ser usados apenas em “caráter excepcional”.

O Ministério da Educação (MEC) determinou que universidades e institutos federais voltem às aulas presenciais a partir de 4 janeiro de 2021. A norma foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (2).

Em portaria, o MEC estabeleceu que as instituições de Ensino Superior devem adotar um “protocolo de biossegurança”, definido na Portaria MEC nº 572, de 1º de julho de 2020, contra a propagação do novo coronavírus (covid-19). A decisão da pasta ocorre em meio a um momento de nova alta, em vários estados brasileiros, na quantidade de casos da Covid-19 e na ocupação de leitos específicos para tratar pacientes com a doença.

O documento determina ainda que recursos educacionais digitais, tecnologias de informação e comunicação ou outros meios convencionais devem ser usados apenas em “caráter excepcional”, “de forma complementar […] para integralização da carga horária das atividades pedagógicas.” Será de responsabilidade das instituições a definição das disciplinas que usarão os recursos digitais, disponibilizar esses recursos aos alunos para permitir o acompanhamento das atividades letivas oferecidas e a realização de avaliações. :: LEIA MAIS »

VACINA CONTRA COVID-19 DEVE COMEÇAR COM IDOSOS, PROFISSIONAIS DA SAÚDE E INDÍGENAS

ministro da saúde Eduardo Pazuello

Expectativa do ministério é imunizar 109,5 milhões de pessoas em um plano dividido em 4 fases. (na foto o ministro da saúde Eduardo Pazuello).

O Ministério da Saúde divulgou nesta terça-feira (1) os primeiros pontos da estratégia “preliminar” para a vacinação da população contra a Covid-19. De acordo com a pasta, o plano será dividido em quatro etapas.

Veja abaixo os principais pontos da estratégia preliminar:

Primeira fase: trabalhadores da saúde, população idosa a partir dos 75 anos de idade, pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência (como asilos e instituições psiquiátricas) e população indígena.

Segunda fase: pessoas de 60 a 74 anos.

Terceira fase: pessoas com comorbidades que apresentam maior chance para agravamento da Covid-19 (como pacientes com doenças renais crônicas e cardiovasculares).

Quarta fase: professores, forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema prisional e população privada de liberdade.

Os pontos foram apresentados após reunião da Câmara Técnica responsável pela elaboração do plano de vacinação. Apesar da divulgação preliminar, o governo afirma que o plano de imunização só ficará pronto quando houver vacina registrada na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“É importante destacar que o plano que está sendo discutido ainda é preliminar e sua validação final vai depender da disponibilidade, licenciamento dos imunizantes e situação epidemiológica de cada região”, disse o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros.





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