{"id":6453,"date":"2021-05-27T10:18:05","date_gmt":"2021-05-27T13:18:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.bahiananoticias.com.br\/v1\/?p=6453"},"modified":"2021-05-27T10:18:05","modified_gmt":"2021-05-27T13:18:05","slug":"bahia-tem-reducao-de-60-a-85-dos-casos-de-dengue-zika-e-chikingunya-em-2021","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.bahiananoticias.com.br\/v1\/2021\/05\/27\/bahia-tem-reducao-de-60-a-85-dos-casos-de-dengue-zika-e-chikingunya-em-2021\/","title":{"rendered":"BAHIA TEM REDU\u00c7\u00c3O DE 60% A 85% DOS CASOS DE DENGUE, ZIKA E CHIKINGUNYA EM 2021"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_6454\" style=\"width: 580px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-6454\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-6454 size-full\" src=\"https:\/\/www.bahiananoticias.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Dengue-Zika-e-Chikingunya.jpg\" alt=\"\" width=\"570\" height=\"333\" srcset=\"https:\/\/www.bahiananoticias.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Dengue-Zika-e-Chikingunya.jpg 570w, https:\/\/www.bahiananoticias.com.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Dengue-Zika-e-Chikingunya-300x175.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><p id=\"caption-attachment-6454\" class=\"wp-caption-text\">Ao considerar incid\u00eancia por 100 mil habitantes, as cidades baianas com os maiores \u00edndices s\u00e3o Barreiras, Muqu\u00e9m do S\u00e3o Francisco, Formosa do Rio Preto, Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es e V\u00e1rzea Nova.<\/p><\/div>\n<p>Os registros de casos de doen\u00e7as transmitidas pelo Aedes aegypti registram queda em todo o pa\u00eds em compara\u00e7\u00e3o com o ano passado. Na Bahia, os \u00edndices de redu\u00e7\u00e3o v\u00e3o de cerca de 60% a 85% em rela\u00e7\u00e3o a Dengue, Zika e Chikungunya.<\/p>\n<p>Os casos de Dengue na Bahia apresentaram redu\u00e7\u00e3o de 64,4% entre janeiro e o dia 15 de maio em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano passado. Enquanto nos primeiros meses de 2020 o estado registrou 45.273 casos prov\u00e1veis, este ano o n\u00famero \u00e9, at\u00e9 o momento, de 16.278 ocorr\u00eancias. Mas essa redu\u00e7\u00e3o pode n\u00e3o estar relacionada a uma redu\u00e7\u00e3o real nas infec\u00e7\u00f5es. Autoridades de sa\u00fade trabalham com a possibilidade da pandemia da Covid-19 colocar uma esp\u00e9cie de cortina de fuma\u00e7a no problema das doen\u00e7as transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.<\/p>\n<p>A Bahia acompanha a tend\u00eancia nacional. De acordo com o boletim epidemiol\u00f3gico do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade (MS), no pa\u00eds a redu\u00e7\u00e3o dos casos de dengue no Brasil entre janeiro e abril foi de 62,1% em compara\u00e7\u00e3o com 2020. A pasta destaca que, at\u00e9 o momento, o Brasil n\u00e3o enfrenta uma epidemia de dengue, pois os casos est\u00e3o dentro do esperado para o per\u00edodo. O MS contabiliza 279.743 casos.<\/p>\n<p>O minist\u00e9rio destaca que desde o in\u00edcio da pandemia da Covid-19, tem observado uma redu\u00e7\u00e3o dos registros de casos prov\u00e1veis e \u00f3bitos de dengue. Duas poss\u00edveis causas s\u00e3o apontadas pela pasta: a de ser consequ\u00eancia do receio da popula\u00e7\u00e3o em procurar atendimento em uma unidade de sa\u00fade; ou a possibilidade de haver subnotifica\u00e7\u00e3o ou atraso nas notifica\u00e7\u00f5es das arboviroses, associadas a mobiliza\u00e7\u00e3o das equipes de vigil\u00e2ncia e assist\u00eancia para o enfrentamento da crise sanit\u00e1ria.<!--more--><\/p>\n<p>Na Bahia, 248 munic\u00edpios dos 417 do estado notificaram casos suspeitos de dengue. De acordo com dados do boletim da Secretaria da Sa\u00fade do estado (Sesab), desse total 63 cidades apresentaram incid\u00eancia maior ou igual a 100 casos a cada 100 mil habitantes; 26 munic\u00edpios apresentaram maior ou igual que 300 casos\/100 mil habitantes; 13 apresentaram situa\u00e7\u00e3o epid\u00eamica para dengue, quando analisadas as \u00faltimas quatro Semanas Epidemiol\u00f3gicas (SE).<\/p>\n<p>Ao considerar incid\u00eancia por 100 mil habitantes, as cidades baianas com os maiores \u00edndices s\u00e3o Barreiras, Muqu\u00e9m do S\u00e3o Francisco, Formosa do Rio Preto, Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es e V\u00e1rzea Nova.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o a mortes confirmadas por dengue, a Bahia teve apenas um registro, na cidade de Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es, na regi\u00e3o Oeste do estado. Em todo o pa\u00eds o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade contabilizou at\u00e9 abril 72 \u00f3bitos pela doen\u00e7a e 33 ocorr\u00eancias est\u00e3o sob investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>ZIKA<\/strong><\/p>\n<p>Outra doen\u00e7a transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, a Zika teve a maior redu\u00e7\u00e3o de casos ao comparar os dados registrados na Bahia no ano passado com as notifica\u00e7\u00f5es recebidas pela Sesab at\u00e9 15 de maio.<\/p>\n<p>Foram informados 397 casos prov\u00e1veis de Zika no estado, o que representa um coeficiente de incid\u00eancia de 2,7 casos por 100 mil habitantes. No mesmo per\u00edodo de 2020, foram notificados 2.342 ocorr\u00eancias, o que representa uma redu\u00e7\u00e3o de 83%.<\/p>\n<p>Apesar da redu\u00e7\u00e3o ser um dado positivo, ao observar os indicadores nacionais a Bahia se destaca negativamente. A incid\u00eancia no estado est\u00e1 acima dos 0,7 casos por 100 mil habitantes registrados no pa\u00eds. Al\u00e9m disso, o estado concentra 27,5% de todos os casos notificados no Brasil neste ano. O minist\u00e9rio contabiliza at\u00e9 agora 1.442 ocorr\u00eancias, dado que representa uma diminui\u00e7\u00e3o de 50,5% em compara\u00e7\u00e3o com 2020.<\/p>\n<p>S\u00e3o 61 os munic\u00edpios que registraram casos na Bahia. Os maiores coeficientes de incid\u00eancia da Zika s\u00e3o de Rio do Pires, D\u00e1rio Meira, Nova Cana\u00e3, Maca\u00fabas e Lu\u00eds Eduardo Magalh\u00e3es.<\/p>\n<p>At\u00e9 o momento, n\u00e3o foram confirmados \u00f3bitos para Zika na Bahia e no Brasil, destacam a Sesab e o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade.<\/p>\n<p><strong>CHIKUNGUNYA<\/strong><\/p>\n<p>A redu\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o aos casos de Chikungunya foi semelhante \u00e0 dengue. Entre janeiro e a primeira quinzena de maio de 2021 a Sesab recebeu 5.965 notifica\u00e7\u00f5es, o que representa uma redu\u00e7\u00e3o de 65,74% j\u00e1 que no ano passado haviam sido 17.413 casos neste per\u00edodo.<\/p>\n<p>A Bahia est\u00e1 acima da taxa de redu\u00e7\u00e3o nacional, que foi de 22,6% menos casos de Chikungunya notificados em compara\u00e7\u00e3o com 2020. Ainda assim, o estado concentra 23,1% dos registros do pa\u00eds.<\/p>\n<p>No total 140 munic\u00edpios realizaram notifica\u00e7\u00e3o para Chikungunya, sendo que 31 apresentaram incid\u00eancia maior ou igual a 100 casos por 100 mil habitantes; e 16 munic\u00edpios apresentaram maior ou igual a 300 casos\/100 mil habitantes.<\/p>\n<p>Assim como a Zika, n\u00e3o foram confirmadas mortes por Chikungunya na Bahia neste ano. Em todo o pa\u00eds foram confirmados quatro \u00f3bitos nos estados de S\u00e3o Paulo (2), Esp\u00edrito Santo (1) e Minas Gerais (1). Um \u00f3bito permanece em investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os registros de casos de doen\u00e7as transmitidas pelo Aedes aegypti registram queda em todo o pa\u00eds em compara\u00e7\u00e3o com o ano passado. Na Bahia, os \u00edndices de redu\u00e7\u00e3o v\u00e3o de cerca de 60% a 85% em rela\u00e7\u00e3o a Dengue, Zika e Chikungunya. 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